domingo, 23 de setembro de 2018

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2018 CONCLUSÕES E PROPOSTAS DE ACÇÃO


1 – Nos dias 15 e 16 de Setembro de 2018 decorreram no Seminário do Verbo Divino, em Fátima, as Jornadas Missionárias Nacionais sob o lema “Eu sou Missão”. No âmbito da celebração do sínodo dos Bispos em Roma sobre os jovens em outubro próximo, estas jornadas foram pensadas para que os jovens fossem os protagonistas deste evento. Dos 300 participantes cerca de 30% eram jovens que emprestaram um dinamismo novo a estas jornadas, quer na abertura e no serão do 1º dia, bem como nos desafios lançados na mesa redonda de domingo sobre “A Igreja que pretendemos”.

2- Na sessão de abertura D. Manuel Linda, presidente da Comissão Episcopal de Missões, situou este encontro no contexto da celebração do outubro missionário extraordinário preconizado pelo Papa Francisco, e do ano missionário proposto pelo Episcopado Português com inicio em outubro de 2018 até outubro de 2019.

3- O Dr. Juan Ambrósio, a partir do tema “eu Sou Missão” apresentou-nos a missão como coração da identidade cristã, bem como os pressupostos e coordenadas para a tornar efetiva na vida da Igreja pelo empenho de todos e cada um, concretizada no anúncio da palavra, na celebração fé, na vivência da diaconia e caridade, tudo sustentado pela koinonia (Comunhão).

4- Através dos Workshops e da mesa redonda foi partilhado o compromisso com as múltiplas formas de missão ao nível da experiência pessoal e de grupo, e o seu impacto quer nas comunidades locais quer ao nível diocesano e mesmo em contextos de Missão Ad Gentes, não esquecendo as problemáticas emergentes com Migrantes e outras situações humanitárias.

5- A título de conclusão e para o melhor desempenho da Missão: - A Igreja deve ser descentrada e não autorreferencial, igreja em saída em direção às periferias. - Para que o ano missionário se torne um momento de Graça para a nossa Igreja é urgente criar em todas as dioceses os Centros Missionários Diocesanos (CMD) e os Grupos Missionários Paroquiais (GMP) como promotores e animadores da consciência missionária no povo de Deus. - Torna-se urgente que durante este ano missionário se promovam nas paróquias, arciprestados e dioceses experiências concretas de saída para outras realidades, dentro ou fora das nossas fronteiras, como sinal de compromisso com o anúncio do Evangelho.

- A ausência de representantes de algumas dioceses de Portugal neste encontro nacional é o sintoma de que a responsabilidade missionária das igrejas locais é ainda uma debilidade pastoral. Que a celebração do ano missionário a todos desperte para a missão.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Vamos à Exposição!

Foi inaugurada ontem na Igreja do Carmo, na cidade de Viseu, uma exposição com a participação de vários Institutos Missionários que estão presentes na Diocese. 

A Congregação da Missão marca presença!

terça-feira, 4 de setembro de 2018

PROGRAMA JORNADAS MISSIONÁRIAS


Jornadas Missionárias

Programa


Sábado – 15 de Setembro

09h30 – Acolhimento

10h00 – Oração

11h00 – Abertura (D. Manuel Linda)

11h45 – Eu sou Missão – Dr. Juan Ambrósio

12h30 – Debate

13h00 – Almoço

15h00 – 16h30 – Workshops (1º Momento)
     1.Igreja e diálogo: Que Igreja se pretende na relação e no diálogo – Ecumenismo.
     2.Missão e comunhão: Comunhão de vocações e carismas na missão.
     3.Missão na Periferia: Periferias do sofrimento, pobreza, geografias existenciais.
     4.Todos, Tudo e Sempre em Missão: Como se pode melhorar o papel dos grupos missionários?
     Que ações de animação missionária?
     5.Ser Missão: Refletir sobre “ser”, “ter” e “fazer” missão.
     6.Partilhar a Viagem: Refletir sobre o problema das Migrações e desenvolvimento.

16h30 – Intervalo

17h00 – 18h30 – Workshops (2º Momento)

19h30 – Jantar

21h00 – Serão musical, oração e testemunhos

Domingo – 16 de Setembro

09h30 – Oração

09h45 – Mesa Redonda com vários intervenientes: “Que Igreja pretendemos? Para uma missão mais comprometedora”.

12h00 – Eucaristia – Envio e Conclusões

13h00 – Almoço

sexta-feira, 29 de junho de 2018

JORNADAS MISSIONÁSRIAS

Já saiu o cartaz para as Jornadas Missionárias 2018, em Fátima.

Brevemente mais informações.

sábado, 16 de junho de 2018

Reunião do Setor das Missões Populares


Terminado o ciclo das Missões Populares deste Ano Pastoral, convidei a todos os que estivessem interessados para uma reflexão acerca deste Setor da nossa pastoral. Esta teve lugar no Seminário de S. José, no dia 11 de junho.
Assim, foram convidados os confrades, particularmente os que fizeram parte das equipas missionárias, os párocos onde se realizaram as missões, as irmãs e os leigos que nelas participaram. Fomos 12 os participantes. De referir os apontamentos enviados por escrito do Pe Ricardo, Vouzela, que não conseguiu estar presente.
Esta reunião serviu para fazer uma avaliação das missões realizadas, para abordar a Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa: “Todos, Tudo e Sempre em Missão”, e ainda partilha de sugestões em vista de um aprofundamento do estilo a seguir nas nossas missões.
Foi uma manhã interessante, devido às aportações que cada um deu e ao convívio entre todos.

A Missão vista pelo Sr João


Aqui vai a minha impressão sobre as Missões Populares aqui em Vouzela, orientadas pelos Padres e Irmãs Vicentinos. Assisti a parte do programa que me foi proposto de 12 a 27 de Maio: Tertúlia, Palestras às 21,00 horas no Instituto Marista na primeira semana e às missas da segunda semana.

Primeira Semana:
12 de Maio, Tertúlia na Igreja de São Frei Gil:
 - Acolhimento simpático e boa presença do casal Mário e Helena. Boa apresentação da Raquel. Ótimas intervenções tanto da Mesa como da Assistência.
Assuntos atuais com uma grande abrangência; escola, alunos, professores, sociedade, educação, gerações mais novas, mais velhas, etc.
Gente muito bem preparada para estes assuntos, local bem escolhido, pena a igreja não estar aquecida. Aos velhotes arrefeceram-lhes os pés.
 - Não estive presente no domingo e feriado de segunda-feira, nem nas missas, terços e procissão com o Senhor bispo, D. Ilídio.
 - De terça a sábado estive às 21,00 horas no Instituto Marista, no segundo grupo do primeiro andar com o Irmão Leal.
Foi muito bom, muito belo e posso dizer muito agradável e profundo: grupo pequeno, sentados à volta de uma pequena mesa redonda, à mesma distância uns dos outros e voltados para o centro.
A mesa decorada apenas com a Bíblia e um crucifixo ou outro símbolo religioso; sem um mestre com um quadro ou uma projeção a indicar o que terceiros têm que fazer, sem cadernos para apontamentos, nada disso. Ali estávamos só nós, de igual para igual a falar de Jesus, da sua vida e da nossa. Alguém pegava na Bíblia, lia uma passagem e todos compreendiam e intervinham.
Havia gente com cursos superiores, médios e até uma senhora, que ela mesma, se dizia analfabeta e que nos falava das missas em latim, que ainda nos fez rir e assim podemos aprender todos uns com os outros.
Quem estivesse de fora poderia ver ali um grupo dos primeiros Cristãos que se juntaram no fim do dia de trabalho, na casa de um deles, sentados à mesa para falar de Jesus e das coisas de Deus. Será uma visão romântica? Pois será. Mas foi mesmo o que eu senti e que me dava ânimo para vir no dia seguinte.
Sentíamo-nos todos importantes, todos iguais, todos ao mesmo nível.
E acho que na Europa já houve a igreja das multidões, das igrejas cheias, dos largos a abarrotar quando vinha o bispo ou alguém importante. Hoje e de futuro não será mais assim.
Acho que a igreja doméstica e estes pequenos grupos irão ser o futuro nos tempos que se aproximam.
Deixe-me citar o Pe. Tolentino de Mendonça no seu último livro saído no mês passado.
                   “ Nem por acaso Jesus colocou a mesa no centro da celebração da fé cristã. Porque é que existe a mesa? Porque é que nos sentamos à mesa uns com os outros para tomar a refeição? Não será apenas por razões materiais e económicas, mas sobretudo por razões de vida. Sentamo-nos juntos em torno do alimento, porque nos alimentamos não só de comida, mas uns dos outros. Temos uma verdadeira necessidade da presença, da hospitalidade, da palavra, do cuidado e do afeto dos outros. À volta da mesa reconhecemo-nos melhor, alimentamo-nos mutuamente com um alimento invisível: o da relação.”
Ou o Cardeal António Marto em entrevista ao Expresso este sábado:
“Que se procure superar a cultura da indiferença, promovendo a cultura do encontro, da
 proximidade. Uma cultura do acolhimento, da atenção, da partilha.”
Estes dois doutores da Igreja, o rev. Pe. Bruno com as duas irmãs e os missionários de S. Vicente de Paulo afinal parecem apontar-nos o mesmo caminho. E até o lema dos grupos foi “Em Caminho”.
Pois então queridos amigos vamos em frente, vamos caminhando e o Pe. Bruno volte mais vezes.

A segunda semana foi mais clássica:
Todas as noites missa na Matriz às 20,30 horas e missa de encerramento na igreja da Misericórdia.
Foi tudo muito bom, muito simples. Temas diários interessantes e que têm muito a ver connosco e com o nosso compromisso religioso. “As pregações”, que não foram nada disso, bem pelo contrário, foram mais umas parábolas, umas histórias, verdadeiras algumas outras nem tanto, mas sempre adequadas aos assuntos tratadas no dia, assim naquele jeito de Jesus a ensinar os apóstolos…
Esteve muito bem Pe. Bruno, felicito-o  pela simplicidade das suas intervenções, que não deixaram de ser profundas, agradáveis e que ainda hoje recordo.
Nesta semana apareceu mais gente. A igreja esteve compostinha. E se não vieram mais a culpa também foi nossa. Eu próprio me penitencio. Na quinta-feira fiz um convite especial à minha esposa e como o tema era Maria e sabendo-a devota fomos de tarde cortar cada um a sua flor para levar, mas uma dor de cabeça estragou tudo. Fica para a próxima.
Os cenários nas missa estavam bonitos. Até o poço do encontro de Jesus com a Samaritana lá estava  e com água e tudo.
O Pe. Bruno disse ter gostado dos monitores; nós também.
Estive ainda na missa das 15,00 horas na Unidade de Cuidados Continuados, local que a paróquia muito acarinha. Como estava um sol radioso e uma temperatura muito amena fez-se a missa ao ar livre para consolo de todos aqueles queridos doentes, que naturalmente ficaram radiantes.

A missa de encerramento foi no sábado com a presença dos grupos e toda a comunidade estava feliz. Ficamos com a cruz comemorativa, bem linda por sinal. Depois dos agradecimentos da comunidade, materializada pelo Pe. Ricardo vieram as palmas merecidas e verdadeiras para os nossos queridos companheiros de caminhada; este grupo da Missão Vicentina que nos visitou.
Bem-haja pelo vosso trabalho.