terça-feira, 19 de setembro de 2017

Jornadas Missionárias reuniram 250 pessoas em Fátima

O diretor das Obras Missionárias Pontifícias (OMP) disse à Agência ECCLESIA que a missão acontece “do coração ao coração” e requer “diálogo, proximidade e relação”.

O tema esteve em debate nas Jornadas Missionárias 2017, que se realizaram em Fátima entre os dias 16 e 17 de setembro, sobre o tema ‘Missão do coração ao coração’.
“Não se trata de coração a nível de sentimentalismo, não é isso, é deste coração aberto onde cabem todos. A missão tem de ser assim”, afirmou o diretor das OMP.

Em declarações à Agência ECCLESIA, o padre António Lopes explica que “só se abre o coração do outro” quando o coração do missionário “também está aberto”.
“A missão é feita sempre de diálogo, desta proximidade e desta relação. Só assim, quando me aproximo, quando me relaciono com o outro ele pode estar aberto à mensagem que quero transmitir porque sente em mim que há esta canal transmissor”, desenvolve o sacerdote.
Segundo o padre António Lopes, a missão do coração ao coração também tem “dificuldades” porque “nem sempre o coração está em condições” e nem sempre a vida está em condições de “levar essa mensagem e nem sempre o coração do outro está aberto a receber”.

A organização das Jornadas Missionárias 2017 é da responsabilidade da Comissão Episcopal Missão e Nova Evangelização, das Obras Missionárias Pontifícias e da CIRP – Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal.
O encontro juntou no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, novos e experientes protagonistas da missão.
Para o superior geral dos Missionários da Boa Nova, hoje “as pessoas estão saturadas de palavras vagas, abstratas” e, por exemplo no Japão, onde esteve durante 20 anos, “dão muita importância à experiência da própria pessoa e ao testemunho”.
“No encontro com o outro é fundamental que tenhamos a capacidade de sair de nós próprios. Porque senão sairmos de nós próprios não tenhamos ilusões não se realiza o verdadeiro encontro”, observa o padre Adelino Ascenso.

Já Ludimila Silva, dos Jovens Sem Fronteiras, que esteve em Cabo Verde durante o mês agosto, destaca que a missão do coração ao coração é “deixar que a vontade seja a do Senhor. “Quando fazemos o que Deus quer somos felizes e conseguimos fazer o outro feliz. Conseguimos unir dois corações e fazer um só e dois corações felizes”, partilhou a jovem do movimento ligado aos Missionários Espiritanos.
Da missão em Cabo Verde a “maior riqueza” que trouxe foi a “fé” de um povo católico e de jovens que “dão-se para a paróquia totalmente” com não se vê em Portugal.
“Quando estão na paróquia estão agarrados às pessoas e se calhar não tanto à fé ou aquilo que deveriam estar e lá não, vemos os jovens completamente a darem-se à paróquia e às pessoas da paróquia”, desenvolve Ludimila Silva.

Segundo o presidente da Comissão Episcopal Missão e Nova Evangelização, a Igreja tenta “congregar” as pessoas na diversidade das suas circunstâncias de vida e “animá-las a todas com este sentido da missão”, que não implica partir para outras geografias.
“Hoje temos mais gente, por ventura, que parte em missão mas por menos tempo. Pode não haver aquele entrosamento na realidade da vida, na realidade que a antiga permanência de muitos anos gerava. […] Não sei qual poderá deixar mais marcas mas ainda acredito muito na antiga”, comenta D. Manuel Linda.

Com cerca de 250 participantes, as Jornadas Missionárias 2017 foram integradas na peregrinação nacional das Obras Missionárias Pontifícias ao Santuário de Fátima no âmbito do centenário das aparições.
                                                                                     Fátima, 18 setembro 2017 (Ecclesia) 

domingo, 10 de setembro de 2017

JORNADAS MISSIONÁRIAS

PROGRAMA

Sábado - 16 de Setembro

10h00 – Oração
10h15 – Abertura (D. Manuel Linda)
10h30 – “Sim… Faça-se…” (Lc 1,38)
          – Aceitação da Missão. Acreditar no impossível -  (Drª Isabel Varanda)
11h30 – “Feliz porque acreditaste…” (Lc 1,45)
          – Participação do missionário no mistério de Cristo -  (D. António Couto)
13h00 – Almoço
15h00 – “A minha alma engrandece o Senhor…”(Lc 1,46)
          – Da experiência de Deus às experiências do missionário - (P. Adelino Ascenso)


16h00 – “Apareceu no céu um grande sinal…” (Ap 12,1)
          – Missão como promessa e realidade - (Drª Margarida Cordo))
17h00 – Intervalo
17h30 às 18h30 – Missão e Acção
19h00 – Eucaristia
20h00 – Jantar
21h30 – Terço e procissão de Velas – Capelinha das Aparições

Domingo -  17 de Setembro
09h00 – Oração
09h15 –Exaltou os humildes…”(Lc 1, 52)
          – Missão como denúncia e acolhimento. Trafego humano e refugiados -  (Dr André Costa Jorge )
11h00 – Eucaristia no Santuário
13h00 – Almoço
15h00 – “Magnificat”(Lc 1,46-55)
          – Cântico missionário para hoje - (Frei João Lourenço)
16h30 – Envio e Conclusões

As Jornadas Missionárias  realizar-se-ão de 16 a 17 de Setembro de 2017, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima.
A organização é da responsabilidade da Comissão Episcopal Missões, Obras Missionárias Pontifícias e CIRP.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Encontro Nacional da JMV

Movimento católico combina a educação social e na fé com o desafio do voluntariado


A Juventude Mariana Vicentina promoveu o seu 33.º encontro nacional em Lagares, no concelho de Felgueiras, Diocese do Porto.
Num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, aquele movimento destaca a importância do evento para o estreitar de laços entre os jovens que nele estão inseridos e reforçar a aprendizagem feita ao longo do ano.
“Foi o culminar de um ano cheio de atividades e formações que visam proporcionar o crescimento pessoal dos jovens mas também na fé e no amor ao próximo”, pode ler-se.
Durante a atividade, que decorreu no Centro Vicentino de Evangelização em Lagares, os participantes tiveram oportunidade de escutar o testemunho de quatro voluntários que estiveram em Moçambique inseridos no projeto ‘Renascer p'ra Esperança’, da Juventude Mariana Vicentina.
Em 2018, mais dois voluntários serão enviados no âmbito do trabalho que o movimento católico está a promover junto das populações mais necessitadas, naquele país lusófono.
O encontro nacional serviu também para a “passagem de testemunho” dos corpos dirigentes da JMV, a nível nacional e regional, com a eleição de novos responsáveis para os próximos três anos.
A Juventude Mariana Vicentina está em Portugal há 33 anos e conta atualmente com 26 grupos, para além de uma presença mundial em mais de 66 países, nos cinco continentes.
Iniciado em Paris, é um movimento juvenil com objetivo acompanhar os jovens cristãos no crescimento da sua fé, até à maturidade cristã, e é fruto de um “desejo revelado” nas aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade, em 1830.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Encontro Nacional da Família Vicentina

PROGRAMA:


09h30 | Acolhimento | Cruz Alta 
10h30 | Eucaristia | Capelinha das Aparições 


11h30 | Tempo livre para oração, devoções pessoais e almoço 
14h00 | Acolhimento no Centro Paulo VI | Salão do Bom Pastor 
14h15 | Celebração comemorativa "Com São Vicente, na Caridade e na Missão"
16h00 | Momento Musical | Coral Vicentino de Chaves 
17h00 | Porto de Honra 
17h30 | Envio

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Missão Jovem da Juventude Mariana Vicentina em São Tomás de Aquino e Salzedas


Este ano, pela segunda vez, a Juventude Mariana Vicentina está a realizar a Missão Jovem JMV. As paróquias escolhidas para esta atividade missionária foram a Paróquia de São Tomás de Aquino, no Patriarcado de Lisboa, e a Paróquia de Salzedas, na Diocese de Lamego.

Durante uma semana, cerca de 30 jovens da Juventude Mariana Vicentina, divididos em dois grupos, acompanhados por dois Padres da Congregação da Missão (Padres Vicentinos) e por duas religiosas da Companhia das Filhas da Caridade, estarão a desenvolver atividades missionárias em cada uma destas paróquias.

A primeira valência de missão, definida num projeto de evangelização, relembra o papel dos primeiros discípulos, que num ato de coragem e convicção partiram na partilha da Boa Nova. O objetivo desta missão é despertar a Comunidades para a Fé, aproveitando a alegria e a ousadia da juventude para atrair crianças, jovens, adultos e idosos para o caminho do Pai.

As Missões Jovem JMV em São Tomás de Aquino e Salzedas estão a decorrer entre os dias 8 e 16 de julho e são compostas por várias atividades de diversa índole, sempre com o escopo de despertar nos irmãos a chama da Fé e proporcionar uma experiência de encontro com Jesus Cristo. Durante esta semana, os jovens realizam vigílias de oração, celebrações marianas, rezam o rosário, animam as Eucaristias, organizam atividades e catequeses com crianças e jovens, proporcionam aos idosos momentos de animação, encontro e escuta, visitam as casas das famílias das paróquias, em especial, onde habitam pessoas idosas e doentes, ... Tudo para que esta semana seja marcante, não só para a Comunidade que acolhe, mas também para os jovens que, “saindo do sofá” e “rumando às periferias” fazem deste período de férias um tempo de partilha e de testemunho missionário.

O que é a Juventude Mariana Vicentina

A Juventude Mariana Vicentina é um movimento juvenil que tem por objetivo acompanhar os jovens cristãos no crescimento da sua fé, até à maturidade cristã. Também o leva a viver comunitariamente a fé inspiradora nos testemunhos de Maria e São Vicente de Paulo.

A Juventude Mariana Vicentina é o fruto de um desejo revelado nas aparições de Nossa Senhora, em 1830, a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade, que a encarregou de uma missão: organizar uma associação - a Confraria de Filhas de Maria - para as quais “as graças serão abundantes para os que as pedirem com confiança e fervor”. No mesmo ano a Santíssima Virgem aparece novamente a Catarina e pede que se faça “cunhar uma medalha” que diria “Ó Maria concebida sem pecado rogai por nós que recorremos a vós”. A esta medalha são atribuídas muitas curas/conversões. É a chamada “Medalha Milagrosa”.

Tendo sido iniciado em Paris, nos colégios internos das Filhas da Caridade com o objetivo de ajudar a juventude, o movimento foi crescendo dentro de França e fora desta, levado pelas Filhas da Caridade e pelos Padres Vicentinos espalhados pelo mundo e existe hoje nos 5 continentes. Está presente em mais de 66 países. Em Portugal existe há 33 anos e existem grupos por todo o país. Atualmente existem 26 grupos JMV em Portugal.

Seguimos o exemplo de São Vicente de Paulo, que é o patrono de todas as obras de caridade. Somos jovens que se dedicam a ajudar o próximo, que veem no pobre o rosto de Jesus Cristo. Por outro lado, o “pão” que damos é acompanhado da “palavra”, tal como São Vicente de Paulo, que dedicou grande parte da sua vida à Evangelização. São Vicente de Paulo iniciou, na Igreja, um estilo novo seguimento de Cristo e de incarnar o Evangelho: viver a fé no serviço do pobre.

Desta dupla nascente, Nossa Senhora e Vicente de Paulo, brotam as notas características da JMV: Mariana, Vicentina e Missionária.

400 anos carisma vicentino

Celebramos este ano (2017) o jubileu dos 400 anos do nascimento do carisma vicentino. Para São Vicente de Paulo, 1617 é o ano em que tudo começou. Neste ano viveu duas experiências que transformaram a sua vida.

A primeira, em Folleville, no norte de Paris, quando foi chamado para visitar um camponês, que estava a morrer. Ele tinha a reputação de ser um santo homem, mas, na realidade, escondia pecados graves. São Vicente de Paulo incentivou-o a fazer uma confissão geral. A sua confissão sincera tocou profundamente o coração de São Vicente. De seguida, no dia 25 de janeiro, Vicente fez um sermão tão potente e de fácil compreensão, que fez com que as confissões se tornassem muito numerosas, sendo difícil serem atendidas por um só padre. Foram obrigados a procurar outros confessores para o ajudar. São Vicente de Paulo considerou este sermão como o início da Congregação da Missão (Padres Vicentinos).

No mesmo ano, em Châtillon, no mês de agosto de 1617, São Vicente de Paulo teve uma segunda experiência que mudou a sua vida. Soube que os membros de uma família da sua paróquia estavam bastante doentes. No seu sermão fez um apelo aos fiéis a fim de ajudá-los. Mais tarde, no caminho, encontrou numerosas mulheres que regressavam da casa dos doentes. Ele descobriu que a caridade devia ser melhor organizada. Fundou as Damas da Caridade, conhecidas hoje com o nome de Associação Internacional da Caridade.

Missão (Folleville) e Caridade (Châtillon) estavam no meio da ação de São Vicente de Paulo para com os pobres. Desde 1617, mais de 300 ramos germinaram na árvore da Família Vicentina, na qual também germinou e floresceu a Juventude Mariana Vicentina.


Fotos da Missão Jovem estão disponíveis em: https://www.facebook.com/jmvportugal

terça-feira, 11 de julho de 2017

Terminou o XII Clericus Cup em Santiago do cacém


A organização foi da responsabilidade da Congregação de Missão (padres Vicentinos) com o apoio de alguns sacerdotes da Diocese de Beja, assinalando o seu duplo jubileu, assegurou o sacerdote da Paróquia de Santiago do Cacém, Pedro Guimarães, rosto principal da organização do torneio: “Para nós, padres Vicentinos, que estamos na Diocese de Beja há muitos anos, tornou-se um momento especial, uma vez que celebramos os 300 anos da nossa presença em Portugal e 400 anos de existência, ou seja, do carisma de São Vicente de Paulo”. E acrescentou: “Foi a primeira vez que este evento se realizou no sul do País, ficámos muito felizes, porque aproveitámos o facto de celebrarmos o aniversário para o realizarmos aqui no Alentejo”, território onde os padres Vicentinos desenvolvem trabalho pastoral desde 1991. 
Competiram equipas de Braga, Guarda, Lamego, Porto, Vila Real e Viseu, além dos Vicentinos/Alentejo, no entanto, referiu Pedro Guimarães, “podiam ser mais, mas não é fácil, esta altura do ano é complicada, talvez seja a menos má, mas nem todos conseguem vir e deixar três dias da sua vida pastoral para aqui se encontrarem connosco. Podiam ter sido muitos mais, felizmente temos muitos e bons, mas foi o que conseguimos reunir aqui em Santiago do Cacém, onde convivemos da melhor forma possível”. 
Aliás, sublinhou o sacerdote de Santiago do Cacém, “o convívio é uma nota que, no fundo, é uma desculpa para também trocarmos, abraçarmos e aprofundarmos a comunhão, temos ritmos muito intensos que, por vezes, pouca gente imagina ou sabe, e esta foi uma forma de estarmos descontraídos a partilhar, a desabafar e até a apoiar-nos mutuamente. São aspetos que acabam por marcar depois os nossos dias e o nosso final de ano pastoral, que é o que estamos a fazer também”. 
Por outro lado, questionámos se este evento contribuiu para a evangelização do desporto. “Costuma ser assim”, anuiu Pedro Guimarães, “porque o desporto, no fundo, é uma ponte que é capaz de chegar a toda a gente, é das poucas pontes em que conseguimos todos dialogar de forma tranquila e, pelo menos, com os mesmos pontos de vista. O desporto, para nós, até pela nossa formação e pelo nosso itinerário de crescimento, marca-nos, e sentimos, de facto, junto da população em geral, que é realmente importante e um grande ponto de diálogo para estarmos juntos e partilharmos quem somos”. 
Contudo, esta Clericus Cup Portugal não se esgotou na componente desportiva, acentuou: “Teve outras utilidades que é também rezarmos, somos padres, evidentemente, e católicos, por isso mesmo também tivemos momentos de encontro para a oração, mas também demos a conhecer a realidade de Santiago do Cacém e do litoral alentejano em especial. Tivemos momentos culturais, de partilha e de conhecimento da terra, que acabaram por nos distrair, por nos unir e deram a conhecer uma beleza que é o litoral alentejano”. 
Uma certeza foi a de que todos os participantes deixaram Santiago do Cacém mais enriquecidos: “Claro, deixo-lhe uma ideia muito concreta, por exemplo, tivemos aqui colegas que foram ordenados no domingo passado, eram padres há um dia, e sentirem uma centena de outros padres a acolhê-los, a querer conhecê-los para em conjunto criarem laços de comunhão e de amizade, acho que foi uma riqueza extraordinária para todos”. 
O próximo passo será reunir os melhores talentos para a seleção nacional, até porque, revelou Pedro Guimarães, “houve aqui uma prospeção de mercado, se assim se pode dizer, para que daqui saísse a equipa nacional que defenderá o título europeu, do qual, neste momento, já somos tricampeões”. 
Quanto aos apoios para erguer esta edição “vicentina” da Clericus Cup foram muitos, diz: “Tenho que reconhecer e agradecer profundamente porque, felizmente, foram muitos a querer colaborar e que ajudaram de uma forma incansável a que este torneio pudesse ter mais qualidade a todos os níveis e agradecer àqueles tantos que também se ofereceram mas que, de uma forma ou de outra, já não era tão necessário, mas que quiseram contribuir para o sucesso do torneio em Santiago do Cacém”, assegurou o pároco que há 10 anos lidera aquela paróquia do litoral, razão pela qual disse que “fez todo o sentido lutar e abraçar este projeto”.

terça-feira, 20 de junho de 2017

XII CLERICUS CUP – PORTUGAL Santiago do Cacém | 3-6 de julho de 2017

A cidade de Santiago do Cacém (diocese de Beja) vai acolher, de 3 a 6 de julho, o XII Clericus Cup de Portugal. Trata-se de um torneio de futsal, em que participam, habitualmente, cerca de uma centena de sacerdotes católicos, provenientes de vários pontos do país. Este ano contará com 8 equipas: Viana do Castelo (campeões da última edição), Braga, Porto, Vila Real, Lamego, Viseu, Guarda e Vicentinos/Alentejo.
O torneio irá decorrer no pavilhão desportivo municipal e no pavilhão do JAC (Juventude Atlético Clube). Os primeiros jogos serão no dia 3, das 17h30 às 20h; no dia 4, de manhã, entre as 10h e as 12h e, à tarde, entre as 16h e as 18h; no dia 5 jogar-se-ão as meias-finais, às 16 horas, estando a final prevista para as 19h, no pavilhão municipal.
A organização das edições anteriores ficou a cargo de várias dioceses, com presença habitual neste torneio. Depois da Diocese da Guarda, em 2016, cabe, neste ano de 2017, à Congregação da Missão (Padres Vicentinos) a tarefa de, juntamente com alguns sacerdotes das dioceses alentejanas, preparar toda a logística necessária para acolher os “craques” nacionais nesta bonita cidade do litoral alentejano.
A escolha dos organizadores e do local deve-se, essencialmente, a dois fatores. Em primeiro lugar, os Padres Vicentinos celebram, ao longo deste ano, o seu duplo Jubileu: 400 anos do carisma de São Vicente de Paulo e 300 anos da sua presença em Portugal. Em segundo lugar, a opção por Santiago do Cacém, tem a ver com o facto de nunca ter sido realizado este torneio no sul do país e porque, como padres vicentinos, lá nos encontrarmos desde 1991.
Por isso, foi com muita satisfação que acolhemos este desafio. A poucos dias do apito inicial, a Organização, com especial apoio da Paróquia, Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Santiago do Cacém, congratula-se com todos aqueles que ajudaram a colocar de pé este projeto.
Para além da vertente desportiva, este torneio tem, obviamente, uma vertente lúdica e de convívio salutar. Durante alguns dias, temos a oportunidade de rever colegas, de partilhar experiências, de rezar juntos, bem como momentos de lazer, tão necessários ao espírito de grupo e à comunhão entre todos.


Padres Vicentinos - Portugal