domingo, 18 de abril de 2010

Missionários em Cerva

Terminou hoje, com a Festa do Sagrado Coração de Jesus, a Semana Missionária que decorreu na Unidade Pastoral de Cerva, Limões e Alvadia. Estiveram nesta acção de evangelização os padres Carlos Moura, Álvaro e Bruno. Desde 2006, ano da Missão Popular, os padres vicentinos têm sido convidados para este trabalho. Ao Longo da semana reuniram-se as 18 Comunidades que continuam desde então, os Encontros com os Animadores, as pregações, visitas aos doentes... Foi mais uma vez a presença vicentina animar a dinâmica missionária destas Comunidades.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Missão na Tramaga


"A Missão foi acolhida com agrado”
Pe. José Augusto Alves sobre a Acção de evangelização em Tramaga e no Vale de Açor
(Agradecendo autorização do Ecos do Sor)

A Missão Popular esteve em plena actividade em Tramaga e no Vale de Açor. Entre 14 e 28 de Março viveram-se dias de comunhão na fé e na esperança. Ecos do Sor foi ao encontro do Pe. José Augusto Alves, Provincial da Congregação da Missão, que explicou ao nosso jornal o que é, afinal, a Missão Popular. “É uma forma de educação cristã de adultos, que foi sempre uma grande preocupação da Igreja. É sobretudo a partir do século XVII que começa a haver esta preocupação. E há várias iniciativas em França e Itália, por exemplo. De entre elas, aparece a iniciativa de São Vicente de Paulo. Organizou um grupo de padres, que não estavam “presos” a uma paróquia. A missão consistia em irem, de paróquia em paróquia, de diocese em diocese fazer uma revisão de todo o catecismo por um tempo indeterminado. O catecismo nasceu a partir do Concílio de Trento (séc. XVI) e era necessário transmiti-lo às comunidades cristãs numa linguagem adequada”, explica. “Embora o objectivo seja idêntico, a modalidade de Missão Popular actual, não é bem aquela que se iniciou nesse tempo. A metodologia é diferente. Procuramos, sobretudo, que as pessoas se empenhem e que se tornem agentes da sua própria formação”, acrescenta o Provincial.

Uma comunhão que vai perdurar no futuro
Apostar nas Comunidades Familiares, é, hoje, um dos métodos utilizados pela Missão Popular. “São reuniões de pessoas que têm entre si um grau de parentesco, de vizinhança ou de idade, e que se juntam, com a ajuda de um guião, para discutir determinados temas da fé cristã. Esta modalidade está a despertar cada vez mais interesse, isto é, passar de uma fé resultado de uma escuta, para uma fé resultante de uma intervenção pessoal. É este, no fundo, o objectivo da Missão Popular actual”, frisa. Localmente, o Pe. José Augusto Alves ficou feliz pela forma afável e familiar com que as comunidades de Tramaga e Vale de Açor acolheram os sacerdotes da Missão. “Normalmente, as comunidades recebem muito bem os missionários. Inicialmente têm um certo receio em se aventurarem na iniciativa, mas depois acolhem-na com agrado”, recorda. Para o Provincial, a Missão Popular não se esgota nestes 15 dias, é, antes “um estudo e uma comunhão permanente para o futuro, aproveitando o balanço e a dinâmica destes dias, para que revejam a doutrina cristã a partir dessas reuniões”, frisa o Pe. José Alves.

Satisfeito com o tempo que passou entre nós
Uma vez terminadas as duas semanas da Missão Popular em Tramaga e no Vale de Açor, o Provincial diz-se satisfeito com o tempo que passou entre nós. “Penso que as comunidades aproveitaram este tempo da Missão e viram realmente que estas reuniões são interessantes e que as ajudam muito. Penso que isso ficou implantado no espírito das pessoas. Todos nos dizem que vão continuar com as reuniões. Vamos ver se daqui a um ou a dois anos se mantêm as comunidades que agora se juntaram. Na Tramaga foram nove comunidades, que reuniram 130 pessoas. No Vale de Açor o número de participantes foi sensivelmente de uma centena, em cinco comunidades. Julgo que daqui a um ou dois anos estas pessoas vão estar bem preparadas para explicar, a quem as interpelar, as razões da sua fé e da sua esperança”, garante o Pe. José Augusto Alves.

Missão em Vale de Açor

terça-feira, 16 de março de 2010

Tramaga e Vale de Açor em Missão

Foi no Sábado, 13 de Março, que as Comunidades da Tramaga e Vale de Açor, em Ponte de Sor, iniciaram o tempo forte da Missão Popular. Com uma Via Sacra e a Celebração do Envio deu-se início a este tempo de Missão. Na Tramaga está o Pe Alves, a Irmã Fátima e a Arlete, em Vale de Açor o Pe Albertino, Irmã Beatriz e a Henriqueta. De salientar que nesta terça-feira os missionários estiveram reunidos com o bispo da Diocese, D. Antonino, e com os padres do Arciprestado.
Rezemos pelos bons frutos desta Missão.

Testemunhos e fotos: Missão em Soutelo


Comunidade “Pedras Vivas” - Soutelo de Aguiar

Eis-nos aqui, Senhor! Esta foi a resposta ao chamamento que, pela Missão Popular, nos enviastes! Como pobres criaturas, somos fracos.
Longe de aprofundarmos o vosso conhecimento e fortalecer o nosso amor, fomo-nos enredando nos problemas e agruras da vida e lentamente desvirtuamos o verdadeiro sentido da nossa existência.
No entanto, o Senhor é o princípio e o fim de todas as coisas. D’Ele recebemos o perdão dos nossos desvios e a coroa das nossas correspondências. Somos uma comunidade de irmãos com a mesma origem e o mesmo destino. Formamos o seu povo e como povo temos o dom e o dever da solidariedade cristã: - solidariedade na fé, nas dificuldades, na pobreza e na riqueza, na alegria e na tristeza; - ser solidário é viver e sentir como irmãos, ajudar nas necessidades materiais e espirituais, receber e dar conselhos e orientações, ver e mostrar caminhos ao longo da vida; - individualmente somos fracos e pequenos, como povo somos a força que vai mudar o mundo que teima em caminhar para longe de Deus.
O Senhor estará sempre connosco até ao fim dos tempos, pois a força da graça que Ele, generosamente, nos comunica e que em nós se manifesta e nos vivifica, vencerá a nossa fraqueza e limitações e fará prodígios.
O povo que somos, vai muito para além da vida terrena: inclui os que já partiram e já se encontraram com o senhor vivo.
A Virgem Maria, sua Santíssima Mãe e todos os que deram testemunho do senhor e já se encontrarem com Ele no coração do Pai, intercedendo por todos nós.
Obrigado, Senhor, por no-lo recordares nesta missão!
Somos e continuaremos a ser, não pedras mortas ou podres, mas pedras vivas e actuantes desta Igreja a que pertencemos por dom de Deus;
Somos e continuaremos a ser o seu povo em permanente caminhada para o encontro de Amor com Ele, fortalecido com a graça de seu Filho Jesus e o amparo de Maria, sua e nossa Mãe.
O tempo não permitiu a participação de todos os irmãos da comunidade…
Vamos continuar a nossa missão porque somos… Pedras Vivas!

Testemunhos e fotos: Missão em Telões



Comunidade: “Oleiros De Cristo” - Tourencinho

A Missão Popular foi referência
O ponto alto da nossa comunidade
Abordamos Deus e a sua existência
E problemas da nossa humanidade

Os encontros da nossa Missão
Deu prova desde o primeiro dia
Com uma enorme participação
Sempre a transbordar de alegria

A cada dia o número de pessoas crescia
Como farinha a levedar com fermento
Eram mais pedras vivas que apareciam
Na igreja de nosso tempo

Todos com muita atenção
Participavam e ouviam a orientadora
Que nos falou da igreja e religião
De Jesus e nossa Senhora

Como um povo que caminha no deserto
Em busca de salvação
Encontramos a luz tão perto
Participando nesta Missão

Esta Missão Popular
Tornou-se um pilar de esperança
Que propõe modelar
Este barro com confiança

Deus criou o divino e os humanos
O melhor que temos visto
E por isso nos chamamos
Comunidade: OLEIROS DE CRISTO

sábado, 13 de março de 2010

Do retiro


Conforme foi noticiado, decorreu em Fátima o Retiro dos Colaboradores da Missão Vicentina, orientado pelo Pe Nóbrega. Se algum dos participantes quiser partilhar a sua experiência será depois publicada neste espaço.